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PRÉ-CANDIDATO A VEREADOR EM 2016 - FABIO DO CARMO SANTOS

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segunda-feira, 11 de abril de 2016

O QUE É SER UM JOVEM RAPS?

Programa Jovem RAPS 2016


Para inciar o texto, é necessário que se faça uma explicação sobre o que é o projeto Jovem RAPS - a descrição da RAPS se encontra no final do texto - é preciso que se explique como funciona o programa em si e vou colar o que a própria entidade descreve: "São jovens com idade entre 18 e 30 anos, interesse em participar da política e disposição para promover ações em benefício do desenvolvimento sustentável no espaço da sociedade civil e na política institucional. Entre suas características, estão:
  • Compreende a importância da atuação política para transformação do Brasil em um país justo e democrático;
  • Prioriza e incentiva a adoção de práticas sustentáveis em seu ambiente social e profissional;
  • Busca e empreende soluções inovadoras para problemas sociais;
  • Compartilha exemplos de boas práticas com o seu grupo social;
  • Atua em rede de forma a potencializar o alcance de seu campo de atuação;
  • Compromete-se com os valores e princípios expressos no Código de Ética RAPS;
  • Compromete-se com os princípios e valores da sustentabilidade.

Com esse projeto, a RAPS espera promover e estimular o desenvolvimento das capacidades políticas e habilidades requeridas para a geração de novos líderes políticos e sociais.
O objetivo é estimular a participação e a interação dessas jovens lideranças na vida política e social de sua comunidade e com isso contribuir para a renovação geracional dos quadros políticos do País.
Da mesma forma que os Líderes, os Jovens RAPS também participam dos encontros de formação, Diálogos Políticos, tanto presenciais quanto virtuais. Em uma plataforma eletrônica hospedada no site da RAPS, é estimulada a discussão permanente e a produção de conhecimento sobre temas relevantes para a atuação política desses jovens. A RAPS também realiza uma pesquisa periódica com essas potenciais lideranças para acompanhamento de suas atividades."
Dito isso, me inscrevi em tal programa para pode me aperfeiçoar dentro da prática da política partidária, conhecer práticas diversas nos mais distantes cantos do país e por fim, conhecer a diversidade e pluralidade político partidária ou não, mas todos envolvidos no progresso e na construção de um país melhor, cada qual com a sua ideologia.
Dentro do programa, assumi o compromisso de desenvolver algumas premissas básicas que são a de criar uma campanha política eleitoral atendendo os seguintes critérios:
  • Baixo custo;
  • Aplicável em todo o Brasil;
  • Facilidade de implementação;
  • Sustentável;
  • Eficácia;
  • Criatividade; e
  • Acessibilidade.

Tudo isso por meio da criação de conteúdo programático que gere debate com a população, conseguindo mobilizar as pessoas e as fazendo contribuir com o programa, seja com pequenas doações de campanha, seja com ideias para se melhorar a realidade e criar uma política mais sustentável.
Assinatura do programa e do código de ética

Ao final do dia, não tive outra impressão senão a de que: O Brasil quer e pode sim ser progressista, chegar ao final de um dia e dialogar por melhorias e mudanças nas práticas políticas, porém não existe um interesse grande por parte da classe política em criar uma nova estrutura de país e uma nova filosofia de cidadania.
Consegui observar que a crise é fruto de uma tendência conservadora e forçada de manter tanto o paternalismo como a polarização que só divide o poder com quem está em um dos pólos, nunca com o maior interessado em resolver tudo isso: O POVO!

Para que se construa um país melhor, é preciso novas práticas, novas formas de se organizar, novas formas de se ouvir a população e enfim, do jeito que está NÃO DEU CERTO!

Turma Jovem RAPS 2016

Juntos com esses jovens inspiradores (foto acima) dos mais distantes cantos do país assumi a missão de tentar concretizar a nova política dentro de minha cidade, dentro da minha realidade, dentro do local onde acredito que é urgente que se faça uma mudança.

Eu estou disposto a pagar o preço da chacota para poder mudar a realidade e moralizar a política de uma cidade que nunca viu uma esperança real de mudança de paradigma, para isso é preciso aderência e participação popular. Independente do resultado político-eleitoral desse ano, terei certeza de uma coisa: Fiz a minha parte e lutei dentro do que pude para que todos tivessem uma esperança de mudança também. 

Seja a mudança, faça parte da mudança, não acredite na realidade do que lhes é imposto, podemos sim tanto individualmente, como em grupos, realizar um empoderamento popular e uma participação direta nas mudanças governamentais.

Sobre a RAPS


"Constituída em maio de 2012, a Rede de Ação Política pela Sustentabilidade – RAPS objetiva contribuir para o fortalecimento e o aperfeiçoamento da democracia e das instituições republicanas mediante o apoio à formação de lideranças políticas que colaborem com a transformação do Brasil em um país mais justo, próspero, solidário, democrático e sustentável.
Após as eleições de 2010, o grupo de fundadores da RAPS reconheceu que esta transformação deveria ser travada na arena política, mediante a ação pluripartidária e com diferentes matizes ideológicos. Reconheceu ainda que o país está em um momento da história no qual há um espaço político-institucional com oportunidades e sinergias em aberto que permitem o fortalecimento de um movimento da sociedade para a realização dos valores, princípios e projetos alinhados à sustentabilidade.
É revelador e encorajador observar novas formas de mobilização política na sociedade, bem como a crescente participação de inúmeras entidades e vozes comprometidas com a sustentabilidade no debate sobre o processo econômico e social do País. Entretanto, não basta apenas articular a sociedade civil em defesa da agenda da sustentabilidade, participar do debate e pressionar o sistema político. O desafio é de natureza política e é nela que devemos atuar. Mais: a promoção da agenda da sustentabilidade não é (nem pode ser) privilégio de um só grupo político, de um só partido, mas, ao contrário deve refletir uma prioridade de toda a sociedade brasileira. Trata-se de um projeto de país.
Colaborar com a construção de uma sociedade mais justa, próspera, solidária, democrática e sustentável exige trabalhar com todas as lideranças políticas alinhadas aos valores e princípios da ética e da sustentabilidade. Através do diálogo, da troca de informações, da cooperação e da transparência e da Amizade Cívica, é fundamental buscar nas atuais lideranças políticas adesões à agenda da sustentabilidade e, principalmente, identificar, estimular e formar novas lideranças políticas comprometidas com esta agenda.
Fica cada vez mais evidente que para provocar transformações reais num país democrático, como o Brasil, é necessário fazer política real, uma política transformadora que engaje parcela relevante da cidadania.
É preciso empreender na política.
A RAPS nasce alinhada a estes objetivos e se propõe a ser uma resposta de como é possível empreender na política de forma inovadora por um Brasil sustentável."

quinta-feira, 7 de abril de 2016

PRÉ-CANDIDATO A VEREADOR EM 2016 - FABIO DO CARMO SANTOS

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Apresentação do Coletivo da REDE Sustentabilidade Guarujá
Delphin Hotel - Dia: 10 de Março de 2016


Muitos já sabem quem eu sou, mas para aqueles que ainda não me conhecem, meu nome é Fabio do Carmo Santos, tenho 27 anos e sou Pré-Candidato a vereador pela REDE Sustentabilidade em Guarujá, nesse ano de 2016. Sou formado em Administração de Empresas pela Universidade Santa Cecília (UNISANTA) e pós-graduado na mesma matéria pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Por que me candidatar?

Porque sou defensor de uma nova política, política essa que dê voz a população que não se sente representada, nem pelo executivo, nem pelo legislativo. Comecei a me interessar pelo assunto através dos movimentos sociais. Logo percebi que para conseguir fazer uma diferença real na sociedade, precisava da política partidária.

Uma expressão que ouvi há algum tempo e que abriu a minha mente é: “Ocupe a Política.” Baseando-me nela entendi que a cidade precisa de novas ideias, novos nomes, pessoas que não estão ligadas a um sistema que claramente não funciona.

Por isso resolvi encarar o desafio e a responsabilidade de me candidatar a vereador. Uma caminhada que pretendo e tenho certeza que será inovadora, além de limpa, sem os famosos “santinhos” que sujam as ruas da nossa cidade.

Uma campanha que será humilde. Longe dos candidatos que gastam milhões para se eleger, já que o vereador que menos gastou na última eleição, desembolsou algo em torno de 120 mil reais. Caso eleito, e foi, seriam necessários 17 meses de salário líquido, para recuperar esse investimento. Digam, isso é sustentável?

Qual a Cidade que Queremos?

Todos sabemos que Guarujá é uma cidade lindíssima, mas cheia de problemas. A nossa Pérola do Atlântico, hoje já não brilha tanto. É precária em muitas áreas, como saúde, educação, e até o turismo, sempre tão forte, já não é mais o mesmo.

Precisamos dar mais espaço à população, afinal, ninguém melhor que os moradores para reconhecer os problemas do município, já que somos nós que sofremos na pele com eles. Um exemplo de participação necessária dos cidadãos são os nossos conselhos municipais, que estão amplamente aparelhados e sem o engajamento da sociedade civil.

Boa parte da cidade está abandonada, e por isso precisamos de um projeto de zeladoria, que melhore nossas vias públicas. Além disso, dar vida principalmente as nossas praças para que estas voltem a ser uma opção de lazer para as famílias guarujaenses.

O incentivo a Cultura e Esporte são necessários, para que haja um município com mais lazer e possam até ser opção de futuro para as nossas crianças. Lutarei por essas iniciativas e estarei sempre aberto a ouvir novas ideias.

Como Ocupar a Política?

Não nasci discutindo política. Na verdade, era apolítico até por volta de 2011. Foi nessa época que tive contato pela primeira vez com uma manifestação, organizada por estudantes, aqui mesmo na cidade.

Em 2013, tive a experiência mais fantástica da minha vida. As famosas jornadas de junho fizeram o Brasil parar, literalmente. As manifestações que se iniciaram pelo preço do transporte púublico, contaminaram todo o país. Cresciam os movimentos e nas ruas se ouvia o grito da população, cansada de tanta coisa errada que acontece.

Chegamos em 2014, quando o transporte público teria sua tarifa reajustada em Guarujá e dessa vez a mobilização não foi tão grande. Mais uma vez me juntei a um grupo de amigos e de jovens. Resolvemos agir.

Coletamos assinaturas para um abaixo assinado que reivindicava o não reajuste da tarifa, baseado em um relatório elaborado pelo munícipe Cláudio Rodrigues e aprovado pela Câmara Municipal. Conseguimos 600 assinaturas e entramos com um pedido de ação pública. Atingimos nosso objetivo, mas a Prefeitura deu seu jeito, renovou o contrato de forma emergencial, mesmo que irregularmente. Continuamos com a mesma Translitoral até hoje.

Ao longo de toda essa jornada, cresci bastante como ser humano. Aprendi muito sobre política, conheci ótimas pessoas (não citarei os nomes por acreditar ser injusto não citar todos, mas meus amigos militantes de 2011 até hoje podem sentir-se representados), com ideias diferentes de mundo, mas com muita boa vontade de lutar por algo melhor.

A REDE

Na REDE, sigo em crescimento. O partido visa mudar essa política engessada que temos no Brasil. A participação dos jovens é notável, especialmente na Baixada Santista, em especial os jovens Victor Cenzi, Gabriel Batista, Rafael Lima, Hanna Pereira, Thaís Ariel, Renato Cortez, Gabriel Micelli, Kayo Amado, entre tantos outros.

A REDE Sustentabilidade, criado recentemente de forma orgânica e com coleta de assinaturas, foi idealizado por figuras públicas como Marina Silva, Heloísa Helena, Ricardo Young, entre outros, e tem o objetivo de melhorar a qualidade da política brasileira. Para tal, nas instâncias internas do partido não existe a figura do presidente, sempre um porta-voz homem e uma porta-voz mulher. Todas as coordenações são divididas por duas pessoas para não haver concentração de poder e as coordenações têm de ser ocupadas por, pelo menos, 30% de gênero para que se tenha a representatividade necessária.

Caso algum candidato queira disputar as eleições de forma independente e  e não deseja ter compromisso com o partido, é possível. A REDE disponibiliza 30% das candidaturas para candidatos independentes, para que aquelas pessoas que não acreditam em partidos políticos, possam representar seu bairro ou sua causa com legitimidade, sem, é claro, ir contra as cláusulas pétreas do partido.

Peço que compartilhem se gostaram e dêem suas opiniões/críticas, pois esse espaço é meu espaço político, em que eu acredito também ser um local de diálogo saudável que ajude na reconstrução de uma cidade em ruínas.

Obrigado por terem lido minha mensagem até o final. Curtam a página, acompanhem minhas atualizações e fiquem por dentro dos meus projetos.


Obrigado!